Hoje o cenário é complexo, no mundo corporativo e na sociedade em geral. Num momento de rara
instabilidade, tudo muda muito rapidamente. Nesse contexto é um valioso recurso estratégico compreender como gerir o conhecimento. Não estamos falando de algo novo, já é mais do que obvio que o conhecimento desempenha papel central na história. Porém o diferencial está em aliar o conhecimento a uma gestão efetiva. A tecnologia da informação impulsiona isso tudo de forma nunca vista.
É mais do que justo considerar que todo o conhecimento da empresa. Seja do funcionário, dos processos, dos clientes ou mesmo das reclamações é posse legal e fundamental de uma empresa. A vantagem de gerir esse conhecimento é compartilhar com todos os colaboradores da empresa esse conhecimento. Potencializando de forma estupenda o desempenho geral da organização.
Cada vez mais a TI toma papel fundamental como meio para sucesso nessa estratégia findada em conhecimento. É um equilíbrio perfeito entre os processos da empresa e as pessoas envolvidas. É fundamental um sistema eficiente para a comunicação empresarial e a troca de ideias e experiências.
Isso facilita e incentiva as pessoas a se unir, a tomar parte de grupos e a se renovar em redes informais de aquisição e troca de conhecimento. Uma forma funcional de compartilhar problemas, perspectivas e principalmente soluções do dia-a-dia profissional.
No caso da Stikeman Elliot empregar o uso da gestão de conhecimento não podia ter sido mais correto. Já que a matéria prima de uma empresa de advocacia é em sua essência conhecimento. Seja ele dos casos bem sucedidos, de uma forma nova de encarar um caso antigo, de um cliente que apareceu na mídia com um dado novo, e por aí vai.
O uso da Intranet é fundamental. A grande parte do conhecimento necessária para manter as empresas competitivas no mercado e melhorar significativamente seus desempenhos já se encontra, em boa parte,
dentro das próprias empresas. Perdidas em labirintos de processos, depositado em banco de dados abandonados e fadada ao esquecimento. Isso reforça ainda mais a importância da gestão do conhecimento e não da simples criação de conhecimento.
A Intranet acaba virando um grande ambiente interno da empresa para dados. Se bem administrada e desenvolvida é uma forma objetiva de colocar alguma ordem na forma em que o conhecimento deve ser tratado.
Podemos afirmar que a importância da gestão de conhecimento é inegável. E temos que admitir que a gigante canadense de direito teve a escolha muito bem acertada. Uma implantação de uma Intranet gerente de conhecimento bem sucedida pode valer mais do que anos de investimento em pesquisas e novas formas de lidar com o mercado. Basta um pouco de paciência, boa vontade e empenho em transforma a própria energia desperdiçada da empresa em uma reserva poderosa para o futuro.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Comércio Eletrônico
Estudo do caso eBay.
A estratégia de negócios da eBay é bastante conveniente. Uma vez que a modernidade da Internet ofereceu facilidades nunca imaginadas, a empresa apenas tratou de usa-las de maneira efetiva para criar um lucrativo negócio.
A grande facilidade que a internet oferece é o fácil acesso a informação. O portal de comércio da eBay nada mais é que um grande facilitador, uma grande praça pública aonde virtualmente qualquer pessoa pode se tornar um comerciante. De uma forma bastante dinâmica e amigável, qualquer um que tenha um ponto de acesso a rede, pode anunciar praticamente qualquer item e o mesmo passa a estar disponível para um mercado antes inimaginável. Aonde que uma pessoa comum poderia negociar com pessoas do mundo todo? Isso era um luxo apenas das grandes corporações, e esse novo modelo de comércio trouxe essa possibilidade ao alcance de todos.
O modelo já se espalhou pelo mundo, diversos mecanismos foram criados para assegurar a engrenagem rodando. O primeiro grande obstaculo talvez tenha sido a falta de confiabilidade em um individuo que diz ter uma determinada mercadoria, e pior, diz que mediante a um pagamento irá lhe enviar. Quem garante? O portal não pode arcar com todos os calotes e golpes da rede. Seria um negócio inviável. A solução foi um sistema de recomendações e pontos. Toda transação é avaliada exclusivamente pelos envolvidos na negociação. Cabe a comunidade recompensar os bons mercadores e banir os golpistas. O sistema funciona muito bem, ninguém compra de usuários que são mal avaliados. A primeira barreira foi superada de forma notável.
O ambiente virtual por si só é um dos pontos de maior preocupação neste tipo de comércio. Uma vez que é necessário saber como fechar as brechas, como manter o ambiente seguro, como evitar fraudes, como evitar vazamento de informações e outras milhares de ameças. Hoje, o número de ameças cresce descompassadamente em relação aos sistemas de defesa. É sempre necessário estar bolando planos miraculosos para tentar estar um passo a frente. Sem sombra de dúvidas a segurança sempre será o calcanhar de Aquiles do comércio que toma como base o ambiente virtual.
Prova disso é o PCI. Uma norma especialmente criada para transações eletrônicas. Empresas americanas estão tendo que se desdobrar para aderir aos requirimentos de dita norma enfim de tornarem seus ambientes muito mais seguros. Tudo a custo de muito investimento. Essa norma dita algumas ações a serem tomadas, tais como, manter um firewall ativo, garantir senhas seguras e outras boas práticas de segurança.
A eBay tem recebido críticas ácidas de que não está mantendo o ritmo necessário na área de investimento de segurança. Isso, em um futuro, próximo pode se tornar fator determinante para o sucesso no mundo da Internet. A reputação de um site estará cada vez mais atrelada ao histórico de segurança, ao tempo de resposta de incidentes e outros detalhes técnicos. Receber uma crítica neste fator é extremamente danoso. A eBay precisa reverter urgentemente essa imagem desleixada a cerca dos assuntos de segurança. Fato que pode ser reforçado com adesão a normas e práticas de segurança, e participação mais ativa no mundo da segurança corporativa.
Numa extremidade oposta está a parte humana do negócio. Fator determinante em qualquer área, o eBay realmente larga com uma vantagem, a base de usuário é sólida e crescente. Nunca se vendeu e comprou tanto por meios eletrônicos. Existe muito ainda a ser explorado na área, basta competência. O mercado de comércio eletrônico mais do que veio para ficar, já é uma realidade.
A estratégia de negócios da eBay é bastante conveniente. Uma vez que a modernidade da Internet ofereceu facilidades nunca imaginadas, a empresa apenas tratou de usa-las de maneira efetiva para criar um lucrativo negócio.
A grande facilidade que a internet oferece é o fácil acesso a informação. O portal de comércio da eBay nada mais é que um grande facilitador, uma grande praça pública aonde virtualmente qualquer pessoa pode se tornar um comerciante. De uma forma bastante dinâmica e amigável, qualquer um que tenha um ponto de acesso a rede, pode anunciar praticamente qualquer item e o mesmo passa a estar disponível para um mercado antes inimaginável. Aonde que uma pessoa comum poderia negociar com pessoas do mundo todo? Isso era um luxo apenas das grandes corporações, e esse novo modelo de comércio trouxe essa possibilidade ao alcance de todos.
O modelo já se espalhou pelo mundo, diversos mecanismos foram criados para assegurar a engrenagem rodando. O primeiro grande obstaculo talvez tenha sido a falta de confiabilidade em um individuo que diz ter uma determinada mercadoria, e pior, diz que mediante a um pagamento irá lhe enviar. Quem garante? O portal não pode arcar com todos os calotes e golpes da rede. Seria um negócio inviável. A solução foi um sistema de recomendações e pontos. Toda transação é avaliada exclusivamente pelos envolvidos na negociação. Cabe a comunidade recompensar os bons mercadores e banir os golpistas. O sistema funciona muito bem, ninguém compra de usuários que são mal avaliados. A primeira barreira foi superada de forma notável.
O ambiente virtual por si só é um dos pontos de maior preocupação neste tipo de comércio. Uma vez que é necessário saber como fechar as brechas, como manter o ambiente seguro, como evitar fraudes, como evitar vazamento de informações e outras milhares de ameças. Hoje, o número de ameças cresce descompassadamente em relação aos sistemas de defesa. É sempre necessário estar bolando planos miraculosos para tentar estar um passo a frente. Sem sombra de dúvidas a segurança sempre será o calcanhar de Aquiles do comércio que toma como base o ambiente virtual.
Prova disso é o PCI. Uma norma especialmente criada para transações eletrônicas. Empresas americanas estão tendo que se desdobrar para aderir aos requirimentos de dita norma enfim de tornarem seus ambientes muito mais seguros. Tudo a custo de muito investimento. Essa norma dita algumas ações a serem tomadas, tais como, manter um firewall ativo, garantir senhas seguras e outras boas práticas de segurança.
A eBay tem recebido críticas ácidas de que não está mantendo o ritmo necessário na área de investimento de segurança. Isso, em um futuro, próximo pode se tornar fator determinante para o sucesso no mundo da Internet. A reputação de um site estará cada vez mais atrelada ao histórico de segurança, ao tempo de resposta de incidentes e outros detalhes técnicos. Receber uma crítica neste fator é extremamente danoso. A eBay precisa reverter urgentemente essa imagem desleixada a cerca dos assuntos de segurança. Fato que pode ser reforçado com adesão a normas e práticas de segurança, e participação mais ativa no mundo da segurança corporativa.
Numa extremidade oposta está a parte humana do negócio. Fator determinante em qualquer área, o eBay realmente larga com uma vantagem, a base de usuário é sólida e crescente. Nunca se vendeu e comprou tanto por meios eletrônicos. Existe muito ainda a ser explorado na área, basta competência. O mercado de comércio eletrônico mais do que veio para ficar, já é uma realidade.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
RFID o futuro do Supply Chain
Hoje o grande problema da PMI é lidar com o seu Supply Chain. Desenvolver uma cadeia de abastecimento efetiva não é uma tarefa fácil. Hoje consigo identificar alguns principais problemas nestas cadeias. O primeiro acredito estar na falta de alinhamento entre a empresa e os parceiros. Não existir um procedimento claro a respeito do que está acontecendo é o primeiro passo para o fracasso. Isso por si só direciona ao segundo grande problema: confusão. Quando um número elevado de elementos se encontram em um só processo, sem planejamento meticuloso, treinamento e comunicação, quase sempre um quadro caótico se forma.
Um terceiro complicador é como medir a qualidade de uma cadeia. É um pouco mais sútil, não é apenas olhar para o lucro. Olhar apenas para aspectos financeiros pode significar um sacrifício considerável em qualidade e pior, pode até mesmo destruir toda a cadeia. Um outro problema é lidar com as barreiras culturais entre diversas companhias e departamentos. Buscar um resultado na cadeia de abastecimento pode ser bastante delicado uma vez que um pequeno ato pode gerar repercussão em diversas etapas diferentes. Isso nós leva ao último ponto fraco, alguns elos da cadeia não podem ser modificados. Isso nós leva a uma exigência de total flexibilidade em diversos pontos para que esses imutáveis não sejam barreiras intransponíveis.
A maioria dos problemas podem ser evitados se ações preventivas forem tomadas. Quando uma Supply Chain espera o problema aparecer, é muito difícil lidar e as muitas vezes pode ser até irreversível. Em suma, é muito necessário gastar tempo, inteligência e esforço em manter uma cadeia eficiente. Pois agora, sabendo de antemão esses pontos, vamos dissertar a cerca do problema enfrentado pela PMI.
O grande diferencial é que a PMI não buscou uma solução de Supply Chain por livre arbítrio. Foi uma imposição de um orgão internacional. Isso muda um pouco o plano de ação. Objetivos óbvios tais como: redução de custo, melhora da qualidade e eficiência e facilitar a escalabilidade tornam-se secundários a um motivo maior, atender exigências legais.
A causa dessa imposição é uma falta de controle sobre sua mercadoria. A PMI é acusada de não combater com empenho suficiente cargas de cigarros falsificados. Um controle inteligente e mais efetivo de sua cadeia permitiria um trabalho muito mais fácil contra esse contrabando que assombra a industria de cigarros. A consequência é alta, hoje se a PMI não atender os requirimentos, vai pagar todas as taxas e impostos dos produtos falsificados. É um prejuízo inimaginável.
O problema a ser enfrentado foi diagnosticado de forma clara. Um controle rígido de seus produtos é mais do que suficiente para desmascarar estas redes de falsificação. O principal aspecto a ser revisto é o sistema de rastreamento da mercadoria. Isso hoje é feito num sistema precário, o código de barras deixou a muito tempo de ser um sistema efetivo para controle de mercadoria. Hoje a quantidade de informação é imensa, é necessário sem sombra de dúvidas um olhar mais clínico. Prova fatal da falta de capacidade da PMI hoje é que eles não tem controle para onde vai cada pacote. Existe uma vaga ideia, mas que se perde completamente no limbo quando se afasta um pouco mais dos braços da empresa. Gostaria de propor um desafio de me listarem por exemplo em tempo real qual posto de venda possui mais mercadoria encalhada. Um dado preciso não existe. Seria aproximado e desconsiderando o mercado menor.
O caminho das pedras já foi traçado. Tanto as etiquetas RFID como a tinta SICPA são tecnologias que permitem um controle muito mais eficiente. A primeira opção é hoje vista como futuro do código de barras. Uma etiqueta com um micro chip que emite ondas de rádio frequência pode ser lida a metros de distância e carrega uma quantidade de informação extremamente superior ao de um código de barras convencional. Enquanto que a tinta, ela é invisível a olho nu e também pode carregar um número de informação muito superior. Existem sim outras opções para o combate a essa falta de base sólida para se controlar a produção. Hoje até a possibilidade de uso de hologramas é estudada, porém é uma tecnologia que ainda não atingiu o nível de maturidade das outras e é muito menos viável.
Ambas as implementações apresentam problemas consideráveis, um custo alto a ser aplicado em equipamento e um pouco de dificuldade em adequar todo o processo vão ser com certeza barreiras a serem superadas. A minha aposta é no RFID que de longe é uma tecnologia mais bem fundamentada. Nomes de peso apostam e investem nela. Wall Mart despeja quantidades consideráveis de recursos todos os anos para tornar o RFID mais viável e confiável.
Sendo algo mais próximo de um eventual padrão a ser adotado pela industria, é um investimento mais certo a longo prazo, quando custos de uso com certeza cairão. Hoje o grande desafio é lidar com o alto investimento que iria existir, além de enfrentar um eventual aumento significativo no custo do produto final e de quebra enfrentar desafios de impedir uma queda de produção.
O maior interessado na implementação da solução é a União Europeia. Uma vez que ela que sofre para controlar a situação desgovernada que se encontra a proliferação de produtos falsificados e no dito mercado paralelo. Mas se a PMI quiser continuar competitiva e pronta para encarar desafios de logística por exemplo que devem começar a aparecer em breve, ela devia olhar com mais atenção para esse elo delicado do sistema de negócios dela.
Um terceiro complicador é como medir a qualidade de uma cadeia. É um pouco mais sútil, não é apenas olhar para o lucro. Olhar apenas para aspectos financeiros pode significar um sacrifício considerável em qualidade e pior, pode até mesmo destruir toda a cadeia. Um outro problema é lidar com as barreiras culturais entre diversas companhias e departamentos. Buscar um resultado na cadeia de abastecimento pode ser bastante delicado uma vez que um pequeno ato pode gerar repercussão em diversas etapas diferentes. Isso nós leva ao último ponto fraco, alguns elos da cadeia não podem ser modificados. Isso nós leva a uma exigência de total flexibilidade em diversos pontos para que esses imutáveis não sejam barreiras intransponíveis.
A maioria dos problemas podem ser evitados se ações preventivas forem tomadas. Quando uma Supply Chain espera o problema aparecer, é muito difícil lidar e as muitas vezes pode ser até irreversível. Em suma, é muito necessário gastar tempo, inteligência e esforço em manter uma cadeia eficiente. Pois agora, sabendo de antemão esses pontos, vamos dissertar a cerca do problema enfrentado pela PMI.
O grande diferencial é que a PMI não buscou uma solução de Supply Chain por livre arbítrio. Foi uma imposição de um orgão internacional. Isso muda um pouco o plano de ação. Objetivos óbvios tais como: redução de custo, melhora da qualidade e eficiência e facilitar a escalabilidade tornam-se secundários a um motivo maior, atender exigências legais.
A causa dessa imposição é uma falta de controle sobre sua mercadoria. A PMI é acusada de não combater com empenho suficiente cargas de cigarros falsificados. Um controle inteligente e mais efetivo de sua cadeia permitiria um trabalho muito mais fácil contra esse contrabando que assombra a industria de cigarros. A consequência é alta, hoje se a PMI não atender os requirimentos, vai pagar todas as taxas e impostos dos produtos falsificados. É um prejuízo inimaginável.
O problema a ser enfrentado foi diagnosticado de forma clara. Um controle rígido de seus produtos é mais do que suficiente para desmascarar estas redes de falsificação. O principal aspecto a ser revisto é o sistema de rastreamento da mercadoria. Isso hoje é feito num sistema precário, o código de barras deixou a muito tempo de ser um sistema efetivo para controle de mercadoria. Hoje a quantidade de informação é imensa, é necessário sem sombra de dúvidas um olhar mais clínico. Prova fatal da falta de capacidade da PMI hoje é que eles não tem controle para onde vai cada pacote. Existe uma vaga ideia, mas que se perde completamente no limbo quando se afasta um pouco mais dos braços da empresa. Gostaria de propor um desafio de me listarem por exemplo em tempo real qual posto de venda possui mais mercadoria encalhada. Um dado preciso não existe. Seria aproximado e desconsiderando o mercado menor.
O caminho das pedras já foi traçado. Tanto as etiquetas RFID como a tinta SICPA são tecnologias que permitem um controle muito mais eficiente. A primeira opção é hoje vista como futuro do código de barras. Uma etiqueta com um micro chip que emite ondas de rádio frequência pode ser lida a metros de distância e carrega uma quantidade de informação extremamente superior ao de um código de barras convencional. Enquanto que a tinta, ela é invisível a olho nu e também pode carregar um número de informação muito superior. Existem sim outras opções para o combate a essa falta de base sólida para se controlar a produção. Hoje até a possibilidade de uso de hologramas é estudada, porém é uma tecnologia que ainda não atingiu o nível de maturidade das outras e é muito menos viável.
Ambas as implementações apresentam problemas consideráveis, um custo alto a ser aplicado em equipamento e um pouco de dificuldade em adequar todo o processo vão ser com certeza barreiras a serem superadas. A minha aposta é no RFID que de longe é uma tecnologia mais bem fundamentada. Nomes de peso apostam e investem nela. Wall Mart despeja quantidades consideráveis de recursos todos os anos para tornar o RFID mais viável e confiável.
Sendo algo mais próximo de um eventual padrão a ser adotado pela industria, é um investimento mais certo a longo prazo, quando custos de uso com certeza cairão. Hoje o grande desafio é lidar com o alto investimento que iria existir, além de enfrentar um eventual aumento significativo no custo do produto final e de quebra enfrentar desafios de impedir uma queda de produção.
O maior interessado na implementação da solução é a União Europeia. Uma vez que ela que sofre para controlar a situação desgovernada que se encontra a proliferação de produtos falsificados e no dito mercado paralelo. Mas se a PMI quiser continuar competitiva e pronta para encarar desafios de logística por exemplo que devem começar a aparecer em breve, ela devia olhar com mais atenção para esse elo delicado do sistema de negócios dela.
terça-feira, 31 de março de 2009
Update 3.0.8 arruma o PWN2OWN e falhas de dia zero.
Impacto: médio
- Uma vulnerabilidade que afeta todos os navegadores Firefox 3.0.7 (ou anteriores) em todos os sistemas operacionais.
- Forma de ataque: diversas, incluindo links maliciosos.
- Impacto: no pior dos casos, o ataque pode executar código na máquina do usuário e até conseguir controle absoluto.
- Como arrumar: Patche 3.0.8
Clique em:
Tools => Options => Advanced tab => Update
Ferramentas => Opções => aba Avançado => Atualizar (não uso Firefox, se alguém puder me confirmar, agradeço.)
- Uma vulnerabilidade que afeta todos os navegadores Firefox 3.0.7 (ou anteriores) em todos os sistemas operacionais.
- Forma de ataque: diversas, incluindo links maliciosos.
- Impacto: no pior dos casos, o ataque pode executar código na máquina do usuário e até conseguir controle absoluto.
- Como arrumar: Patche 3.0.8
Clique em:
Tools => Options => Advanced tab => Update
Ferramentas => Opções => aba Avançado => Atualizar (não uso Firefox, se alguém puder me confirmar, agradeço.)
segunda-feira, 30 de março de 2009
Ferramenta do dia: NMAP
Ferramenta do dia:
Vou apresentar algumas coisas aqui, desde alguma ferramenta básica, como será de hoje até o que de mais exótico eu conhecer.
NMAP.
Cartologia da Rede, é de se sentir um Cristóvão Colombo desbravando os oceanos desconhecidos. Uma ferramenta maravilhosa, qualquer iniciante já sai usando e se maravilhando e ela continua a causar prazerosas surpresas aos mais entendidos da ferramenta. Ela é código aberto e gratuita e muito útil para exploração da rede e auditória de segurança. Mas não se limita aí, já usei para inventário da rede, para gerenciar as atualizações do sistema e monitorar o tempo que um sistema determinado está ligado. Só para citar algumas. Por cima, a ferramenta utiliza pacotes de IP Raw para determinar quais ativos estão disponíveis na rede, quais serviços esses ativos oferecem, quais sistemas operacionais estão rodando, que tipo de filtro de pacote está em uso, e outra duzia de operacionalidades. Vai além, ela é otimizada para varrer uma rede grande de forma rápida, também funciona de forma competente quando usada em apenas um alvo. E se não bastasse roda em quase todos os sistemas operacionais que conheço, existe versão de console, versão gráfica, enfim, para todos os gostos e fetiches.
Pretendo nos próximos dias, elaborar um primeiros passos mais elaborado, mas para quem já está se coçando para experimentar a ferramenta. Bom antes preciso afirmar que se você não a conhece, corra atrás porque o prejuízo é grande, porém estou aqui e pretendo ajudar.
Aonde acho essa maravilha?
http://nmap.org/
Vamos ao comando mais básico de todos, ou seja, seguiu os guias, instalou tudo certinho, tente isso:
$ > nmap -v -A targethost
Explicação: O parâmetro -A é um modo um pouco mais agressivo, vai detectar o sistema operacional, a versão, uma breve traceroute entre outras coisinhas que podem vir a ser adicionadas no futuro. O -v como acontece em diversos aplicativos UNIX apenas aumenta o nível de detalhamento que vai ser impresso na tela.
Para os que já conhecem a ferramenta vai uma dica preciosa que aprendi depois de muito quebrar a cabeça para contornar a situação. O nmap fornece uma saída padrão que grava em XML. Isso é extremamente poderoso e pouca gente conhece. Esse precioso recurso é chamado pelo parâmetro -oX.
Pretendo em breve dissertar mais a respeito dessa ferramenta.
Um abraço e até breve.
Vou apresentar algumas coisas aqui, desde alguma ferramenta básica, como será de hoje até o que de mais exótico eu conhecer.
NMAP.
Cartologia da Rede, é de se sentir um Cristóvão Colombo desbravando os oceanos desconhecidos. Uma ferramenta maravilhosa, qualquer iniciante já sai usando e se maravilhando e ela continua a causar prazerosas surpresas aos mais entendidos da ferramenta. Ela é código aberto e gratuita e muito útil para exploração da rede e auditória de segurança. Mas não se limita aí, já usei para inventário da rede, para gerenciar as atualizações do sistema e monitorar o tempo que um sistema determinado está ligado. Só para citar algumas. Por cima, a ferramenta utiliza pacotes de IP Raw para determinar quais ativos estão disponíveis na rede, quais serviços esses ativos oferecem, quais sistemas operacionais estão rodando, que tipo de filtro de pacote está em uso, e outra duzia de operacionalidades. Vai além, ela é otimizada para varrer uma rede grande de forma rápida, também funciona de forma competente quando usada em apenas um alvo. E se não bastasse roda em quase todos os sistemas operacionais que conheço, existe versão de console, versão gráfica, enfim, para todos os gostos e fetiches.
Pretendo nos próximos dias, elaborar um primeiros passos mais elaborado, mas para quem já está se coçando para experimentar a ferramenta. Bom antes preciso afirmar que se você não a conhece, corra atrás porque o prejuízo é grande, porém estou aqui e pretendo ajudar.
Aonde acho essa maravilha?
http://nmap.org/
Vamos ao comando mais básico de todos, ou seja, seguiu os guias, instalou tudo certinho, tente isso:
$ > nmap -v -A targethost
Explicação: O parâmetro -A é um modo um pouco mais agressivo, vai detectar o sistema operacional, a versão, uma breve traceroute entre outras coisinhas que podem vir a ser adicionadas no futuro. O -v como acontece em diversos aplicativos UNIX apenas aumenta o nível de detalhamento que vai ser impresso na tela.
Para os que já conhecem a ferramenta vai uma dica preciosa que aprendi depois de muito quebrar a cabeça para contornar a situação. O nmap fornece uma saída padrão que grava em XML. Isso é extremamente poderoso e pouca gente conhece. Esse precioso recurso é chamado pelo parâmetro -oX.
Pretendo em breve dissertar mais a respeito dessa ferramenta.
Um abraço e até breve.
A segurança em uma casca de noz
Quando se fala em segurança da informação, hoje é muito mais do que dois ou três procedimentos seguros que deve se conhecer. Hoje falamos de uma guerra que dia após dia cresce e assustadoramente pende para o lado dos vilões.
Por isso resolvi criar esse blog, o título, uma canção do Radiohead diz muito do sentimento de impotência que muitos tem perante esse universo caótico que é o submundo da rede. Todos gostaríamos de ser a prova de balas, porém, ninguém é, qualquer um está suscetível a uma bala no peito e game over.
Quero tratar basicamente de segurança aqui. Falar um pouco do meu dia a dia. O qual lido de perto em como assegurar um ambiente menos propicio a agentes danosos. Não quero e nem pretendo escrever uma bíblia ou um artigo definitivo. Quero postar impressões, compartilhar conhecimento, dicas, e interesse geral dos entusiastas desse assunto fantástico que é a segurança da informação nos ambientes digitais.
Por isso resolvi criar esse blog, o título, uma canção do Radiohead diz muito do sentimento de impotência que muitos tem perante esse universo caótico que é o submundo da rede. Todos gostaríamos de ser a prova de balas, porém, ninguém é, qualquer um está suscetível a uma bala no peito e game over.
Quero tratar basicamente de segurança aqui. Falar um pouco do meu dia a dia. O qual lido de perto em como assegurar um ambiente menos propicio a agentes danosos. Não quero e nem pretendo escrever uma bíblia ou um artigo definitivo. Quero postar impressões, compartilhar conhecimento, dicas, e interesse geral dos entusiastas desse assunto fantástico que é a segurança da informação nos ambientes digitais.
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